segunda-feira, janeiro 25, 2010

Reformulação de layout

Vocês devem ter percebido, há alguns dias fizemos uma faxina geral no nosso layout, tirando algumas imperfeições e deixando-o bem mais prático para a navegação e também para a edição por parte da nossa equipe (o Gustavo).

Vamos aos devidos méritos! O Yoshi Itice foi quem cuidou de bolar um esquema a partir do nosso propósito e cores da nossa bandeira. E o Gustavo foi quem pegou aquele belo projeto e transformou-o em uma página web. E bem, acho que ajudei um pouco importunando os dois para que isso acontecesse.

Ainda faltam uns pequenos detalhes, mas o grosso da mudança já está em vigor e espero que tenham gostado. Essa deve ser nossa versão 3.0, ou 4.0… Ou mais, não importa. Ela é como uma casa cheirando a novo para nós da equipe, e faremos de tudo para que seja como sua casa daqui em diante.

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terça-feira, janeiro 19, 2010

KangNews #6

Música:

- Paul MacCartney por pouco não participou do Them Crooked Vultures. Segundo ele, quando Dave Grohl lhe contou sobre a nova banda, o ex-Beatle se ofereceu para o posto de baixista, mas o “cargo” já havia sido ocupado por John Paul Jones. [+]

- Em fevereiro começarão as audições para se encontrar um vocalista para o Aerosmith, enquanto Steven Tyler faz tratamento para se livrar do vício em analgésicos. Segundo Joe Perry, não será uma substituição definitiva, a banda apenas não quer ficar parada enquanto Tyler se recupera. [+]

- Foram divulgados os preços dos ingressos para os shows do Guns N’Roses no Brasil. Os ingressos variam entre R$120 e R$500. [+]

Cinema:

- O diretor brasileiro Fernando Meirelles dirigirá filme sobre a vida de Janis Joplin. Cogita-se que Zooey Deschanel, atriz de 500 Dias com Ela, interpretará a cantora. [+]

- ‘Avatar’, filme vencedor do Globo de Ouro, será substituído das salas convencionais de cinema da China por uma produção do próprio país, que narra a vida de Confúcio. [+]

- Ainda sobre Avatar. James Cameron pretende dar uma sequência ao filme, “Sei que ainda estamos no meio da montanha russa de Avatar, mas sempre tive muitas idéias em torno do universo de Pandora que eu sabia que não caberiam num único filme. Assim que pudermos nos distanciar desse redemoinho, Jon (Landau, produtor) e eu vamos começar a planejar uma nova visita a Pandora.” [+]

- O filme Atividade Paranormal deverá ter uma sequência lançada ainda esse ano. A direção ficará por conta de Kevin Greutert, diretor de Jogos Mortais VI. [+]

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quinta-feira, janeiro 14, 2010

Kingdom Hearts 358/2 Days Review



Olá pessoal! Fazia já um bom tempo que não escrevia para o blog, devido ao fato de estar meio ocupado por ser final de semestre. Se você é estudante, me entende.

Enfim, sem mais embromação (assunto que este review irá falar bastante) vamos ao review do jogo que faz parte de uma série querida por vários gamers (eu incluso).



Kingdom Hearts 358/2 Days se passa entre o primeiro e o segundo jogo da série. Nele, jogamos como Roxas, o Nobody do Sora.
O quê, eu falei grego para você? Me desculpe, mas o jogo é exatamente assim. Caso você não tenha jogado nenhum outro jogo da franquia, irá boiar completamente na "história" (explicarei as aspas mais adiante) e não entenderá quase nada. Bem, neste jogo, você faz parte da Organization, que é um tipo de organização (duh) de Nobodies que querem fazer Kingdom Hearts juntando a maior quantidade possível de corações, e é aí que seu personagem entra, já que pelo fato dele possuir a Keyblade (uma espada na forma de uma chave, um idéia que consegue ser ao mesmo tempo imbecil e legal) e juntar estes corações matando os Heartless. Sim, você consegue corações matando os sem corações. Não pergunte.

O jogo consiste em você realizar diferentes missões para a Organization. Por diferentes leia três missões, variando apenas os cenários. As missões são: coletar corações (na verdade é matar praticamente todo mundo), fazer reconhecimento do cenário e pegar emblemas da Organization espalhados pelo cenário antes que todos sumam.

O jogo traz umas mudanças na jogabilidade que para mim não foram muito boas. Agora suas magias, habilidades, levels e itens são equipadas num painel, ocupando slots nele. Algumas habilidades ocupam mais de um slot, podendo ser melhoradas com a adição de alguns power-ups. Você libera novos slots a cada missão concluída.



Pelo fato do jogo ser dividido em missões, agora você não tem a liberdade de visitar um mundo quando bem entender para exploração. Além disso, para cada missão os cenários passam a ficar mais limitados, pois somente as áreas relacionadas com a missão que está em andamento são liberadas.

Outro problema bem marcante do jogo é a câmera. Ela será um problema frequente e muitas vezes você estará sendo atingido por inimigos que nem sequer sabia que existiam. Você tem a opção de mudar para uma outra configuração que permite um melhor controle dela, mas ainda é bem problemática. Frequentemente você terá q arrumar a câmera só pra saber onde está o inimigo, procurar baús se torna uma tarefa enfadonha e enfrentar chefes pode se tornar uma verdadeira complicação. Quando você cehga no Olympus Coliseum, ela se tornará seu maior inimigo.

Além disso, usa descaradamente os cenários dos outros Kingdom Hearts, com exceção do mundo do Peter Pan. Todos os mundos são versões downgrades dos jogos originais. Alguns, especialmente o mundo Wonderland, ficam parecendo verdadeiras caixas de papelão.

Calma, AGORA que vou falar o pior defeito deste jogo.

O TUTORIAL.



Sério, o tutorial deste jogo é o mais desnecessariamente longo que eu já vi. O que torna tudo ser mais longo são os diálogos desnecessariamente longos para determinadas situações, além de toda aquela embromação com diálogos dignos de uma novela das 7 só para começar uma nova missão.

O jogo no começo é realmente massante. Aliás, acho que o roteirista desse jogo só segue uma fórmula: colocar as palavras "hearts, friends, darkness, hearts, friends, darkness, hearts, friends, darkness...".

É o tipo de jogo que vai melhorando, mas nunca conseguindo ser algo realmente bom.

Porém, estaria mentindo se eu dissesse que o jogo tem apenas defeitos.



Para começar, o jogo tem a jogabilidade fácil de se adaptar e até que o sistema de usar painéis funciona bem (não é tão bom quanto o original dos consoles, mas dá pro gasto). Cada keyblade tem sua própria forma de realizar combos, em vez de simplesmente aumentar os status de ataque e de magia, dando a possibilidade de você experimentar diferentes tipos delas. Outro detalhe é o quanto as magias agora ganharam uma real importância no jogo. Nos outros, você podia facilmente passar o jogo inteiro usando apenas magias de cura e itens, já neste aqui é vital você utilizá-las se quiser realmente causar dano em chefes e em vários monstros normais.

Os gráficos são ótimos para o Nintendo DS, além de ter o gameplay extremamente divertido da mesma. Ter alguns membros da Organization no seu grupo é algo interessante e o modo challenge é no mínimo interessante (apesar de eu não ter tido muita paciência para jogá-lo).

O problema real desse jogo é o início e a porcaria da câmera. Para mim, a única coisa boa que ele trouxe foi me fazer querer jogar os BONS jogos da série, que estão no Playstation 2, já que em momento nenhum (tirando os 50 minutos finais) o jogo é REALMENTE bom. A história é safadamente enrolada, você só tem a impressão que está realmente sentindo ela caminhar depois de jogar umas 13 horas e pra completar você nunca tem aquela real sensação de estar fazendo algo de relevante para a história, já que você só tem a função de ser o pau-mandado da Organization. Apesar do jogo ser sobre o dia-a-dia dos membros da mesma, aparentemente trabalhar para ela é um saco, já que tudo o que você faz é "mimimi num tenho coração mimimi".

Espero que Birth By Sleep seja melhor.

Nota: 6.5 (não ganhou menos pelos excelentes gráficos e jogabilidade boa).

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quarta-feira, dezembro 16, 2009

A literatura nos anos Dois Mil

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Pontuar o que aconteceu no mundo literário durante a década é algo quase impossível, pensei em várias formas de fazer isso, como por exemplo, usar a lista do Times como ponto de partida. Mas aí eu pensei, os livros que estão no topo dessa lista são, ao menos é o que eu imagino, pouco conhecidos pela juventude, então fiz um resumão do que mais se ouviu falar, passando pelos livros e chegando ao Twitter. Boa leitura.

Em 2003 Dan Brown usou a fórmula mágica “suspense + assunto polêmico” e viu o seu livro, O Código da Vinci, ser tema de muitas discussões a respeito da Igreja Católica. O livro se desenrola a partir de um assassinato, e faz referência a algumas organizações católicas, mesclando informações sobre a história dessas organizações, relacionando com algumas obras de arte. Muitas pessoas tomaram o que tinha escrito no livro como verdade, não se atentando ao fato de que se trata, em sua grande maioria, de ficção. Bem, o autor adorou isso, tenho certeza, já que nadou em rios de dinheiro e ainda viu essa, e mais outra obra sua, ser adaptada para o cinema.

Em 2004 foi a vez de ‘O Monge e o Executivo’ estar no topo das listas. O livro de auto-ajuda que conta a história de um empresário que foi viver em um monastério conseguiu muitos leitores pela sua forma leve e direta de tratar a liderança.

Depois tivemos o lançamento de Crepúsculo, em 2005, mas que se consolidou, ao menos no Brasil, em 2008. Passamos também por A Menina que Roubava Livros (o meu livro favorito, diga-se de passagem), O Caçador de Pipas, que deu início aos milhares de livros sobre o Oriente Médio. Sério, deu enjôo o tanto que esse tema foi tratado desde a publicação do livro de Khaled Hosseini, você só via Oriente Médio, mulheres reprimidas, Oriente Médio... Agora que estamos na época dos vampiros, não sei qual repetição é a pior.

Infelizmente, essa primeira década dos anos dois mil também marcou o fim da saga Harry Potter, iniciada em 1997. A série de 7 livros escritos por J.K. Rowling, conta a história de um menino que se descobre bruxo, e vê o seu aniversário de 11 anos como o início de uma nova vida. Sucesso absoluto, não há quem discorde. A autora construiu uma saga consistente, na qual eventos do primeiro livro, que parecia não ter importância, se revelaram significativos mais pro fim da obra. J.K. Rowling mesclou todos os “mundos encantados” de forma magnífica, conseguindo escrever empolgantes passagens de ação, mistério e emocionantes cenas de drama (como a palavra mesmo diz). É fato, Harry Potter marcou essa geração.

2007 foi a vez de dois livros ganharem o gosto do povo, O Segredo e O Menino do Pijama Listrado. Um fala sobre como a Lei da Atração pode mudar radicalmente a sua vida, o outro nos transporta à Segunda Guerra Mundial e como um menino tenta entender o que se passa à sua volta. O mais interessante? Tire suas próprias conclusões (dica: ‘O Segredo’ é que não é, rs).

Mas a primeira década dos anos dois mil não foi marcada apenas pelos livros de papel, presenciamos também uma revolução na forma de ler. Presenciamos a consolidação dos e-books.

A proposta desses livros digitais é interessante, porque é muito mais prático você carregar para onde quiser dezenas de livro sem pesar praticamente nada. Mas (eu ainda não experimentei, então só falo na base do “achismo”) não sei se a leitura dos livros dessa forma é tão prazerosa quanto a dos livros impressos. Tudo bem que existam aparelhos no mercado, como Kindle (febre dos eBook Readers ), que proporcionam uma leitura confortável, a função de, ao invés de ler, ouvir o livro, mas o prazer de você ter um livro em mãos, sentir o cheiro das páginas, a textura, é inigualável.

Continuando com a tecnologia, tivemos a explosão dos blogs, que começaram como diários virtuais e hoje são um espaço aberto para opiniões e debates, além de darem um bom lucro (os que conseguem popularidade, óbvio).

Lembro-me que logo no começo dessa febre o que mais se debatia era se, com os blogs, a privacidade estava com os seus dias contados, porque, como eu disse, eles começaram como um diário virtual mesmo. Agora, o que se discute é a importância que eles têm entre os jovens. O poder de influência deles é tamanho que políticos, empresas, artistas... se aventuraram nesse mundo, já que são um espaço de comunicação, no qual as pessoas falam o que pensam, muitas vezes favorecidos pelo anonimato.

Por fim, temos o Twitter. Essa rede social que é classificada como microblog teve a sua importância constatada na época dos conflitos no Irã, quando os internautas narravam o que estava acontecendo. Foi um marco, em minha opinião, na história da internet, da comunicação eficaz, da globalização...

O Twitter veio para, talvez, revolucionar a forma de falar o que pensa e conta a vida pros outros.

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quinta-feira, dezembro 10, 2009

Como foi a Década de 00 - Sociedade

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Todo início de década é meio traumático. Divisões do tempo são assim, no geral – nos fazem pensar no que foi feito, no que será feito e também tomar uns porres para comemorar as "viradas". Só que a virada do ano 1999 para o ano 2000 foi particularmente tensa. Por menor sentido que faça ter medo de uma mudança que irá resultar em um ano com três zeros, em um calendário feito por nós, humanos… Nós tivemos medo. Religiosos ficaram ansiosos, profetas surgiram, o papa pediu calma ao povo e no fim não aconteceu nada.

Exceto pelo bug do milênio, essa sim uma ameaça real que assustou muita gente crescida. Computadores que trabalhavam apenas com o 1 9 _ _ como formato de data poderiam interpretar a chegada do ano 2000 como a volta para 1900. Gerando diversas incompatibilidades, como pelo fato de 1° de Janeiro de 1900 ter sido uma segunda-feira, enquanto a mesma data em 2000 caiu em um sábado. Novamente, no fim, quase nada ocorreu.

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Seguimos nossas vidas com anos que começavam com 2, aguentando os trocadilhos do Galvão Bueno dizendo que esse ou aquele é o primeiro jogo do milênio até que tivemos uma senhora surpresa num 11 de Setembro. Os Estados Unidos, mais poderosos do que nunca, se viram frágeis diante do terrorismo que destruiu um dos seus ícones, as torres gêmeas. Um reflexo da ordem mundial pós-guerra fria, onde nenhuma nação ameaça a supremacia americana, dando espaço para guerrilhas e o terrorismo. O contra-ataque se deu pelas guerras no Iraque e Afeganistão, que culminarão na deposição do Talibã e execução de Saddam Hussein.

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Bolsas entraram em queda, Londres e Madri também foram vítimas do terrorismo, empresas aéreas entraram em crise e a desconfiança tomou conta do mundo. Na América Latina era hora de líderes social-democratas chegarem à presidência: o caso de Hugo Cháves (Venezuela, 1999), Lula (Brasil, 2002), Evo Morales (Bolívia, 2006), Michelle Bachelet (Chile, 2006), Tabaré Vazquez (Uruguai, 2005) e José Mujica (Uruguai, 2010). O Brasil viveu tempos áureos na vanguarda dessa nova América Latina, com economia estável e até mesmo intervenções em outros países, como o Haiti. Mas como nem tudo são flores, 2005 foi abalado pela corrupção do Mensalão - que pôs em cheque a confiança do governo Lula.

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Já a Europa enfrentou uma união singular. A União Européia criada em 1993 viu o seu número de participantes se expandir consideravelmente nesta década, além da criação do Euro, em 2002 – moeda que logo passou a ser uma das mais fortes do mundo. Mundo esse que viu a ascensão dos BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China), países emergentes com notável crescimento anual. A economia global desfrutava de uma época de prosperidade ímpar. Até 2008, quando foi deflagrada uma crise econômica em razão da especulação imobiliária norte-americana – crise essa que só encontrava precedentes na quebra da bolsa de New York em 1929 e foi combatida por Barack Obama, primeiro presidente negro da história norte-americana, que veio para substituir o impopular George W. Bush.

A situação não esquentou apenas na economia, a década de 00 foi a mais quente dos últimos 160 anos, além de ter sido o momento em que o mundo passou a ver a questão climática com a urgência que era necessária. Um dos marcos dessa conscientização foi o filme Uma Verdade Inconveniente (An inconveniente truth, 2006), por Al Gore. Após o fracasso do Protocolo de Kyoto, líderes mundiais se reúnem em Copenhague/2009 para discutir metas definitivas de emissão de gases poluentes.

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Se o número de ambientalistas aumentou significativamente nesta década, o que poderá trazer benefícios incomensuráveis à humanidade, outras modas que pegaram não são exatamente tão benéficas. Foram nesses 10 anos que estourou a moda dos emos, que influenciados pelos punks e góticos tomaram as ruas da cidade e o teto do Pátio Brasil. Logo em seguida os indies ressurgiram das cinzas, um pouco mais cults, trazendo calças coladas, cabelos compridos, cigarretes, filmes iranianos e mais de listras para nossa vida.

Você sabe que viveu na Sociedade dos Anos 00 se:

  • Ficou com um pé atrás quanto à possibilidade do mundo acabar em 01 de Janeiro de 2000;
  • Lembra o que estava fazendo no dia 11 de Setembro de 2001, pela manhã (eu tinha matado aula para assistir Sakura Card Captors, quando a programação foi interrompida);
  • Também ficou com medo quando o ex-sindicalista Lula assumiu o poder, em 2003;
  • Viu memes na internet sobre a busca a Bin Laden em todos buracos do Afeganistão;
  • Viu o vídeo de uma câmera de celular mostrando a execução de Saddan Hussein;
  • Viu a morte de João Paulo II e a escolha do próximo papa, torcendo para o cardeal brasileiro Cláudio Hummes;
  • Sentiu mais calor e resolveu apagar a luz do quarto quando não estiver nele;
  • Acompanhou a crise econômica global, mas só sentiu uma marolinha;
  • Fez uma franja coletânea com The Strokes, Arctic Monkey, King of Leon, Franz Ferdinand, etc; e
  • Não abriu correspondências com medo de ter Antrax e usou uma máscara simpática para evitar a Gripe Suína.

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domingo, dezembro 06, 2009

Curiosidades sobre a morte


* Último sentido: Quando uma pessoa morre, a audição é o último sentido em fenecer. O primeiro costuma ser a vista, seguido do paladar, o olfato e o tato.

* Consumido por enzimas:Aos três dias da morte, as enzimas digeridas em uma refeição começarão a devorar o corpo. As células fraturadas se converterão em comida para as bactérias vivas do intestino, as quais libertarão suficiente gás tóxico para inchar o defunto e forçar os olhos para que saiam das órbitas.

* A saideira: Ao morrer, os homens ejaculam. Quando um homem falece, seu corpo entra em um estado de relaxamento muscular profundo que também afeta à vesícula seminal que descarrega seu conteúdo poucas horas após a morte. Por esta razão diz-se que os mortos ejaculam.

* Três estatísticas difíceis de acreditar:
o Comedores de Lápis: 100 pessoas morrem a cada ano engasgadas com lápis.
o Rolha assassina: Há mais probabilidades de ser assassinado por uma rolha de uma garrafa que pela picada de uma aranha.
o Maldição do canhoto: Mais de 2500 pessoas morrem anualmente porque são canhotas e utilizam ferramentas para destros.

* Enterro caro:O funeral de Alexandro Magno na atualidade teria custado $600 milhões de dólares. Na época foi construída uma estrada do Egito a Babilônia para levar seu corpo.

* Mais conservados: Hoje em dia a decomposição do corpo demora mais a acontecer devido aos conservantes dos alimentos que comemos.

* Muita gente: Estima-se que 100 bilhões de pessoas já morreram desde que surgiram os humanos.

* Sons nos panteões: Os sons que se ouvem em um cemitério, e que tanta mitologia criou, costumam proceder da combustão e explosão do gás metano acumulado dentro dos caixões.

* Mortos vivos: Na Europa do século XIX existiam tantas evidências anedóticas de pessoas vivas que eram declaradas mortas erroneamente, que os cadáveres eram levados a "hospitais para mortos" onde eram vigiados à espera de sinais de putrefação.

* O último suspiro: Quando o inventor Thomas Edison morreu em 1931, Henry Ford capturou seu último suspiro em uma garrafa.

* Corpos turbinados: Os implantes de silicone explodem violentamente durante as incinerações e, em caso de serem sepultados, se corrompem junto ao corpo. Em ocasiões, ao exumar um caixão, podem-se descobrir objetos de todo tipo, como marca-passos.

* Vagando no espaço: O criador de Star Trek, Gene Roddenberry, foi a primeira pessoa a ter suas cinzas em espalhadas no espaço.

* Queimando gordura: A temperatura das incineradoras atinge os 1.000°C através do gás natural. Apesar desse alto nível de calor, são necessárias várias horas para completar uma cremação, ainda que também depende se o defunto é obeso, já que a gordura corporal entra em combustão mais facilmente.

* Enterro ecológico: Uma empresa sueca chamada Promessa, pode dessecar seu corpo em nitrogênio líquido, pulverizá-lo com vibrações de alta freqüência, e selá-lo com pó resultante em um ataúde biodegradável elaborado com farinha de maizena. Afirmam que este enterro ecológico decompõe-se em 6 ou 12 meses.

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quinta-feira, novembro 26, 2009

Os melhores da… década!

Então, mais um ano está acabando, mais uma década se vai, os cabelos brancos surgindo e a clássica frase: “no meu tempo não era assim...”, se torna cada vez mais freqüente nas nossas conversas. Seguindo a modinha(?) o Cidadão Kang iniciará uma série de listas sobre os melhores da década, mas, antes disso, nós queremos saber a sua opinião: para você, quais os melhores dos anos dois mil?!

Bem, as categorias são as seguintes:

  • Melhor game
  • Melhor time de futebol
  • Melhor filme:

- De terror

- De drama

- De ação

- De comédia

- Animação

(outras categorias de filmes)

  • Melhor livro
  • Melhor banda
  • Melhor álbum
  • Melhor cantor (a)
  • Melhor ator/atriz
  • Melhor série de TV
  • Melhor anime
  • Melhor mangá
  • Melhor barraco (claro, eles também nos divertem!)
  • Maior perda (cantor, ator, desenhista...)
  • Maior decepção

Urfa!

Espero que vocês, assim como eu, gostem de fazer listas.

Enjoy yourself!

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quarta-feira, novembro 18, 2009

Dragon Ball Z - A Lenda do Super Saiyajin



Para variar um pouco vou falar de um jogo de anime para SNES dessa vez: Dragon Ball Z - Chou Saiyajin Densetsu(A lenda do Super Saiyajin).
Como muitos títulos japoneses, esse jogo não foi lançado em outros países. Mas alguns fãs traduziram em vários idiomas, de italiano a português.



Esse jogo é conhecido por aqui como "DBZ Rpg". Mas na verdade não é bem um rpg, mas uma espécie de jogo de cartas com animações de luta.
Hã um sistema de vôo, e vôo em alta velocidade(algo que pouco se vê em outros jogos do tipo).






A lenda do super saiyajin passa uma ótima experiência do anime.
Você começa com Goku e Piccolo contra Raditz e vai até o planeta Namek onde enfrenta o Freeza(se fizer direito, ainda há uma luta extra que não ocorreu na série).

Uma coisa interessante é que se um personagem morrer, que não seja um dos principais como Goku, Gohan ou Piccolo, não dá game over. E você ainda terá a chance de revivê-los no final do jogo, com as esferas(mais aí perde a chance de deixá-los mais fortes).


Algumas partes você tem que raciocinar para não fazer besteira.
Por exemplo, se você for falar com os Nameks antes de salvar o Dende, eles lutam com você.
E não queira isso, pois derrotando eles ou perdendo dá game over(e não pode fugir).

Também não necessariamente tudo ocorre como a série(e às vezes ocorre tudo diferente). Por exemplo, o Goku chega a Namek o quão mais rápido você termina seu treinamento na gravidade.
E você pode deixar seus personagens tão fortes a ponto de sequer precisar da ajuda de Goku ou de Vegeta(como SEMPRE acontece no anime nessa fase). Há vários caminhos e possibilidades a seguir, mais ou menos como na série DragonQuest.


Tudo isso torna o jogo muito divertido e por vezes... frustrante!
Claro que em um "rpg" você tem que falar com todo mundo as vezes para encontrar o caminho a seguir.
Mas tem uma parte nesse jogo que é impossível deduzir: se você não encontrar um clone do Dende(wtf) em um vaso(wtf2) voce simplesmente não pode seguir em frente.
Não conheço uma pessoa que não tenha empacado aqui e aí tem que recorrer a detonado.

Além disso outra frustração é o inimigo que aparece a cada 2 passos. Tá, você pode tentar fugir, mas além de muitas vezes você não conseguir você acaba por ver todas suas cartas estragadas no processo.

Isso porque cada carta tem um número de 1 a 6, e Z(que é o nível mais alto). As cartas azuis são especiais(como o kamehameha, kaiyoken, genki dama, no caso do Goku). E elas gastam seu ki. Quanto maior o número, mais chance de você atacar antes do inimigo(o que poupa mortes desnecessárias).
Mas toda vez que você foge, o número de todas suas cartas decresce um número. Tudo bem se você for gastar as cartas de uma vez, mas é mais interessante guardar os especiais de nível Z para os chefes(atacando sempre com apenas um guerreiro para isso).
A carta que você vê embaixo do personagem representa a carta que faz seu personagem atacar todos inimigos. A mais útil para fortalecer o guerreiro, já que o golpe final dá a maior experiência.

Os ítens variam de radar do dragão a ítens que recuperam o ki e o hp. Há ítens mais caros como o do Shen Long e o do Patriarca que fazem coisas mais interessantes.
(é bom saber o que a carta faz e não usar aleatoriamente, pois isso pode mais uma vez "ferrar" todas suas cartas).

Vegeta é um personagem interessante de jogar. Ele, em seu time, faz o que bem entender e persegue os inimigos quando tentam fugir.

Um dos segredos do jogo é que você pode transformar o Gohan em Super Saiyajin. Nunca tive paciência, fora por cheats, mas diz a lenda que se você chegar no nível 99 ele faz a transformação.

Alguns screenshots:











Notas

Jogabilidade
- 9/10

Treinar e matar alienígenas. Assim é Dragon Ball Z. As lutas com as cartas pode levar um tempo para se acostumar, mas não é difícil nem ridiculamente fácil. E o sistema de treinamento com o senhor Kaioh, ou na máquina de gravidade é bem divertido. Além, claro, do já citado sistema de vôo.

História - 8/10

Fiel ao anime mas com algumas poucas mudanças sem sentido.

Gráficos
- 7/10

Sprites um pouco fracos, fora da batalha. E algumas coisas bizarras como... o Goku Super Saiyajin ter o mesmo cabelo só com a cor diferente.(Você sabe né, devia virar aqueles cachos de banana).

Som - 6/10

Não tem músicas especiais para os chefes, e são poucas músicas também. Alguns efeitos sonoros chegam a ser hilários.

Geral
- 8/10

Vale muito a pena para fãs da série.



Existe ainda uma espécie de remake desse jogo para DS: Dragon Ball Z - Goku Densetsu(Harukanaru Densetsu), lançado em 2006 no Japão e em 2007 no US.








Na verdade é um segundo remake, pois a série começou no nintendo 8 bits(NES).

Até a próxima.

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quinta-feira, novembro 12, 2009

Cientistas criam bateria de celular que recarrega em 10 segundos.




Não, você não leu errado. Uma revolucionária bateria que recarrega-se em apenas 10 segundos, em vez de várias horas, foi criada por cientistas norte americanos do Massachusetts Institute of Tecnology (MIT).

O segredo está num novo dispositivo que recebe carga 100 vezes mais depressa do que uma bateria convencional, podendo ser utilizado em celulares, computadores portáteis,iPods e câmeras digitais.

A mesma tecnologia também poderá permitir que um carro elétrico tenha mais autonomia de uso, eliminando um dos maiores obstáculos para a natureza: o uso de um combustível mais limpo. Além disso, a equipe envolvida no desenvolvimento afirma que sua invenção utiliza materiais que já estão disponíveis, tornando mais simples a produção em massa da bateria.

Ao que tudo indica, o modelo de bateria de lithium-fer-fosfato (LiFePO4) será menor e mais leve do que os modelos atuais. Atualmente, as baterias de LiFePO4 permitem armazenar grandes quantidades de energia, mas os processos de carga e descarga demoram várias horas.

Segundo o Daily Mail, com a descoberta de Byoungwoo Kang e Gerbrand Ceder, cientistas do MIT, uma bateria de carro poderá, desde que tenha um carregador adaptado, ser recarregada em cinco minutos, contra as seis ou oito horas que demoram atualmente.

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sábado, novembro 07, 2009

Cinema & TV: Sacha Baron Cohen, Cidade de Deus, Danny Boyle e Fernanda Young

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O controverso astro por trás de Borat, e Brüno planeja fazer mais dois filmes no estilão que só ele consegue. Depois de um repórter do glorioso país do Cazaquistão que quer aprender um pouco sobre o American Way of Life e de um repórter austríaco gay fã de Hitler que busca o estrelato o que mais ele poderia fazer? Um deles é sobre um advogado descendente de latinos que ajuda um imigrante a processar sua própria empresa (Accidentes), já o outro ainda está indefinido, mas contará com os mesmos roteiristas de Brüno e Borat. O certo é que o ator inglês já criou sua própria produtora – a Four by Two Films.

Pois é, assim como muitos blogs baseiam sua existência na criação de listazinhas, as revistas também seguem o mesmo caminho – e, ainda, fazem sucesso com isso. A da vez é a revista Paste (?), que colocou o filme de Fernando Meirelles como o melhor dos anos 00. Confira a lista:

1 – Cidade de Deus
2 – O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
3 – Quase Famosos
4 – O Senhor dos Anéis
5 – Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças
6 – Beau Travail
7 – Encontros e Desencontros
8 – A Criança
9 – Onde os Fracos Não Têm Vez
10 – Os Excêntricos Tenenbaums

O oscarizado Melhor Diretor, por Quem quer ser Milionário? (Slumdog Millionaire, 2008), divulgou seu próximo projeto – um filme baseado em fatos reais sobre a história de Aron Ralston, alpinista que amputou o próprio braço para sobreviver em um ambiente hostil (lembra Jogos Mortais?). As filmagens devem começar em Março de 2010 e irão contar com Simon Beaufoy, roteirista de Quem quer ser Milionário?

Okay, admito que isso não tem muito a ver com Cinema ou TV – apesar de Young ser a roteirista de Os Normais e apresentadora do Irritando Fernanda. A questão é que tinha que publicar essa notícia! Depois do ensaio nu, que ela classificou como intelectual, ela lança um livro entitulado Pau. E aí vai uma dica: não fala sobre árvores.

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